O Procon Maceió encerrou o ano de 2025 com o registro de quase 10 mil atendimentos realizados na capital alagoana. Os dados, consolidados no mês de dezembro, reúnem ações de orientação aos consumidores, mediação de conflitos, fiscalização e atividades educativas voltadas às relações de consumo.
Entre as principais iniciativas do ano estiveram os mutirões de renegociação de débitos, que totalizaram cerca de 2.400 atendimentos. As ações incluíram o Renegocia, realizado em março, o Mutirão Febraban, em novembro, e o Feirão Nome Limpo, promovido em dezembro, com foco na reorganização financeira dos consumidores.
O órgão também ampliou o acesso aos serviços por meio de atendimentos itinerantes, somando 430 registros em diferentes regiões da cidade. Entre as ações realizadas estão o Proconmunidade, no bairro Cruz das Almas, e a participação no Evento Dia C – Mês do Consumidor, no Benedito Bentes, ambos ocorridos em março.
Em 2025, o Procon Maceió registrou avanços institucionais, como a inauguração de um núcleo de atendimento na sede da OAB Alagoas, no Centro, a criação do Conselho Municipal de Defesa do Consumidor e o lançamento de uma cartilha voltada ao consumo consciente de energia elétrica.
No campo da fiscalização, foram realizadas 307 ações em estabelecimentos comerciais. Ao longo do ano, o órgão aplicou R$ 7,7 milhões em multas, promoveu 18 capacitações voltadas a consumidores e fornecedores e realizou 21 pesquisas de preços, com o objetivo de ampliar a transparência nas relações de consumo.
A mediação de conflitos também foi um dos eixos de atuação, com a realização de 1.833 audiências de conciliação entre consumidores e empresas. Entre os segmentos mais demandados estiveram os setores de energia, serviços bancários, saneamento e telecomunicações.
De acordo com o levantamento anual, as empresas que concentraram maior número de reclamações foram Grupo Equatorial, Itaú Unibanco, BRK Ambiental, Banco do Brasil e Claro.
Com o balanço de 2025, o Procon Maceió segue com a atuação voltada à ampliação do atendimento ao consumidor, ao fortalecimento da fiscalização e à mediação de conflitos nas relações de consumo na capital.









