A 17ª Vara Criminal da Capital recebeu denúncia oferecida pelo Ministério Público de Alagoas (MP-AL) que tornou réus o influenciador Kleverton Pinheiro de Oliveira, conhecido como Kel Ferreti, e outras 12 pessoas investigadas na Operação Trapaça, que apura a atuação de uma organização criminosa (Orcrim) voltada à prática de fraudes estruturadas, exploração de jogos de azar on-line, lavagem de dinheiro e manipulação de rifas.
De acordo com o MP-AL, Kel Ferreti, ex-policial militar, teria vendido cursos não regulamentados em suas redes sociais, prometendo ensinar como lucrar com apostas e jogos on-line. O órgão afirma que o influenciador chegou a faturar cerca de R$ 400 mil em apenas um mês com a atividade.
O réu, que cumpre pena de sete anos em regime domiciliar por condenação por estupro de uma enfermeira, nega todas as acusações. Ele e os demais indiciados têm prazo de 10 dias para apresentar defesa.
O Ministério Público requereu a condenação de 77 anos e cinco meses de prisão para Kel Ferreti. Para os outros 12 acusados, as penas solicitadas somam 177 anos e dois meses, totalizando 254 anos e sete meses de reclusão.









