Maceió

Maior cervejaria artesanal de Alagoas “emancipa-se” de marca paulista e adota nome alagoano

Em meio à comemoração dos 200 anos de Emancipação de Alagoas, a primeira fábrica de cerveja artesanal do Estado, prepara-se para se tornar independente, adotar novo nome e marca, lançar novos rótulos e conquistar novos espaços no mercado em expansão de cervejas artesanais.

cervejaEm meio à comemoração dos 200 anos de Emancipação de Alagoas, a primeira fábrica de cerveja artesanal do Estado, Cevada Pura Maceió, aberta há três anos na capital em parceria com a fábrica homônima de Piracicaba, prepara-se para se tornar independente, adotar novo nome e marca, lançar novos rótulos e conquistar novos espaços no mercado em expansão de cervejas artesanais.

Ao mudar o nome para “Deodora”, referência feminina ao marechal proclamador da República nascido no Estado, a fábrica aberta em abril de 2014 no Polo Multissetorial Luiz Cavalcante, no Tabuleiro do Martins, quer não apenas consolidar sua identidade local como ter liberdade para lançar novos rótulos próprios no mercado.

“Apesar de não sermos uma franquia da Cevada Pura, mantivemos a mesma marca pela importância da parceria com cervejaria de Piracicaba no lançamento da nossa fábrica em Alagoas”, diz Lara Tenório Nono, gestora de marketing da fábrica. “Com a consolidação da fábrica e as mudanças no mercado nos últimos três anos, decidimos que era o momento de adotarmos  marca própria com liberdade para lançarmos novos rótulos em sintonia com a demanda regional”.

De acordo com a gestora de marketing da Deodora, os fãs do chope Cevada Pura Maceió nas versões pilsen, trigo e Ipa, contudo, não têm motivos de preocupação. “Lançaremos novos rótulos, sim, mas manteremos as nossas versões já existentes no mercado”, diz Lara Nono.

Entre os próximos lançamentos da fábrica, o primeiro deverá ser a cerveja Mutum de Alagoas, uma versão local no estilo american wheat (cerveja produzida com maltes de trigo e de cevada) em homenagem à ave rara que quase foi extinta do Estado – e deve ser reintroduzida nas matas alagoanas nos próximos meses. Com o rótulo e novos lançamentos, a fábrica, que tem capacidade para produzir até 40 mil litros por mês, se prepara agora para tentar alçar voos mais altos na tentativa de conquistar espaço no mercado de Estados vizinhos como Pernambuco e Sergipe.

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