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‘Touro Ferdinando’ defende que público ouça o coração

Em sua mais nova investida no cinema de animação, o diretor brasileiro Carlos Saldanha, de “Rio” (2011), decidiu promover uma mensagem de “seja você mesmo” com “O Touro Ferdinando”.

Em sua mais nova investida no cinema de animação, o diretor brasileiro Carlos Saldanha, de “Rio” (2011), decidiu promover uma mensagem de “seja você mesmo” com “O Touro Ferdinando”.

A história é livremente inspirada no livro infantil homônimo do americano Munro Leaf (1905–1976), que acaba de ser relançado no Brasil com as ilustrações originais de Robert Lawson.

Publicada às vésperas da Segunda Guerra Mundial, em 1936, a história foi saudada como um libelo pacifista ao acompanhar a trajetória de um touro que, apesar de grande e forte, preferia cheirar flores a entrar em arenas de touradas.

O livro deu origem a um curta animado da Disney, em 1938, mas a trama ganhou novos contornos para se transformar em um longa-metragem indicado ao Globo de Ouro de melhor animação.

Nele, o gentil Ferdinando é criado por uma garota no interior da Espanha após seu pai nunca voltar de uma tourada. Ele acaba recapturado e, ao lado de um bode e três porcos-espinho, precisa escapar de enfrentar o toureiro El Matador, que nunca perde, reassumindo sua verdadeira verve pacifista. Tudo é embalado pela música-tema “Home”, com Nick Jonas.

| METRO JORNAL

 

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