Banquete dos ratos vorazes
Confesso que essas notícias já não me abalam tanto. Afinal estamos acostumados ao ditado político popular infeliz e repugnante de que é melhor no poder aquele que “rouba, mas faz”.
Confesso que essas notícias já não me abalam tanto. Afinal estamos acostumados ao ditado político popular infeliz e repugnante de que é melhor no poder aquele que “rouba, mas faz”.
A bandidagem nacional está cada vez mais ousada. As câmaras de segurança instaladas por todos os lugares, não inibem mais os bandidos e a policia tem medo da sua violência e da sua ousadia.
Ao contrario do desejado, o dia foi de lamentações e de incerteza em relação ao futuro de cada um daqueles desabrigados que estão sem teto, sem esperança e sem vida.
Pode-se afirmar que diante do agigantamento das ações criminosas, praticamente não existe controle da criminalidade.
O Estado de Alagoas sempre teve sérios e graves problemas de ordem administrativa, econômica, política e social.
A vergonha do alagoano não está limitada a esses números e índices expostos, está também e, sobretudo, na alta taxa de analfabetismo, a maior do Brasil, com 24,6% de analfabetos e 36,5% de analfabetos funcionais.
Diante da legislação que se tem, começando pela Constituição Federal, a sensação que se tem é de que a lei brasileira serve apenas para proteger bandidos.
País onde o pobre quase nada recebe, além da esmola que o governo lhe dá, sob o pretexto de distribuição de renda e riqueza.
No passado não muito distante, a ação política partidária era um exercício democrático de cidadania e de grande amor ao próximo.
Enumerar todas as mazelas brasileiras é, de certo, uma tarefa trabalhosa dada a sua extensividade.